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Laminite

Um dos motivos mais comuns da laminite (também conhecida por Aguamento) é a sobrealimentação - um fator de manejo que está normalmente sob o nosso controle.

Saber mais sobre a laminite, as suas causas, os seus sintomas e tratamentos, pode minimizar os riscos desta doença no seu cavalo ou se ela aparecer, saber controlar as consequências a longo prazo.

DEFINIÇÃO DA LAMINITE
Previna a Laminite


A laminite resulta da interrupção (constante, intermitente ou a curto prazo) do fluxo de sangue ao tecido laminar e insensível. Esta estrutura laminar dentro do casco segura a terceira falange (osso em forma de cunha existente dentro do casco) à parede do casco. Por vezes a inflamação enfraquece o tecido laminar interferindo nesta ligação. Em casos graves, o osso e a parede do casco podem separar-se. Nestes casos a falange pode rodar para baixo e eventualmente penetrar a palma. A laminite pode afectar um casco ou todos, mas atinge mais frequentemente os membros anteriores.

Os termos "laminite aguda" e "laminite crónica" são frequentemente utilizados. Todavia o termo laminite crónica refere-se usualmente ao estado crónico (longo prazo) associado à rotação da terceira falange, enquanto que a laminite aguda se refere a sintomas associados com uma crise inicial que inclui dor e inflamação do tecido laminar.

Previna a Laminite


Enquanto que o processo exacto pela qual os cascos são afectados permanece um mistério, existem certas condições que podem provocar a laminte.

Apesar da laminite se dar nos cascos, as causas vêm vulgarmente de outros pontos do corpo do cavalo. Os motivos variam mas podem incluir os seguintes:

- Problemas digestivos devidos a excesso de ração ou alterações abruptas de alimentação.

- Acesso repentino na Primavera a quantidades excessivas de pasto muito rico antes de o cavalo ter tempo de se adaptar; este tipo de laminite e conhecido por laminite da erva.

- Toxinas libertadas dentro do organismo do cavalo.

- Febre alta ou doença: qualquer doença ou distúrbio metabólico grave tem possibilidade de provocar laminite.

- Cólicas graves.

- Retenção da placenta na égua após parto.

- Cavalo muito quente a beber água fria.

- Contusão excessiva dos cascos.

- Excesso de peso sobre um membro devido a lesão noutro membro ou qualquer outra alteração do andamento normal.

- Várias doenças primárias do casco.

- Camas feitas com fitas de nogueira negra.

- Uso prolongado de corticosteróides.

FACTORES DE RISCO

Os factores que parecem aumentar a susceptibilidade à laminite, e/ou aumentam a gravidade da doença quando ela aparece são os seguintes:

- Raças pesadas, tais como cavalos de trabalho.

- Excesso de peso.

- Plano de nutrição muito alto (excesso de proteína).

- Ração sem restrição, como por exemplo quando um cavalo entra no armazém da ração (se isto acontecer não espere pelos sintomas para chamar o veterinário. Faça-o imediatamente para se tomarem medidas preventivas antes que se comece a dar a lesão dos tecidos).

- Cavalos que tenham sofrido previamente de laminite.

Os sinais de laminite aguda incluem os seguintes sintomas:

- manqueira, especialmente quando o cavalo descree círculos.

- calor nos cascos.

- dor na região da pinça quando se aplica pressão com o alicate de cascos.

- andamento hesitante e irregular ("a pisar ovos").

- Posição de "cavalo de baloiço", com as mãos esticadas para a frente, para aliviar a pressão sobre as pinças e os membros posteriores adiantados para suportar mais peso.

Os sinais de laminite crónica incluem os seguintes sintomas:

- Círculos nas taipas que se tornam mais largos à medida que se afastam da pinça.

- Palmas pisadas ou "pisaduras provocadas por pedras".

- Linha branca separada da taipa, com o aparecimento de serosidade (bolsas de sangue) e/ou abcessos.

- Cavalo palmicheio ou com palma rasa.

- Pescoço enfartado e em crista.

- Cascos convexos resultantes do crescimento irregular da taipa (os talões crescem mais depressa do que o resto do casco resultando numa aparência de chinelo turco).

Fonte: Equisport – Dr. Carlos Rosa Santos

Autor: Equisport – Dr. Carlos Rosa Santos

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