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Página Inicial | Livros | Agricultura | Grandes Culturas| 500 PERGUNTAS 500 RESPOSTAS - ALGODÃO
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  • 500  PERGUNTAS  500  RESPOSTAS  -  ALGODÃO
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Descrição:

Livro com 265 páginas no formato 16 x 22 cm, capa impressa em papel cartão supremo 250g com 4/0 cores, miolo impresso em papel AP 75g com 2/2 cores, acabamento brochura.

Resenha:

A cadeia produtiva do algodão é uma das principais do Brasil e, também, do mundo, sendo responsável por parcela significativa do Produto Interno Bruto do agronegócio brasileiro e empregando direta e indiretamente alguns milhões de pessoas no país, o que o que lhe empresta importância social elevada quando comparada com outras cadeias produtivas. Neste livro, os clientes e usuários da pesquisa e desenvolvimento, fontes geradoras de demandas de tecnologias, encontram explicações atualizadas, sob a forma de perguntas e respostas, sobre os mais diversos aspectos da cadeia produtiva do algodão, em especial sobre as etapas que ocorrem entes da porteira, na fazenda, onde a produção da matéria-prima se efetiva.

Editora:

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Conhecido desde a mais remota antiguidade egípcia, é provável que o algodoeiro tenha se originado na Índia, expandindo-se através do Irã e da Ásia ocidental. Foi introduzido na Grécia e em Malta por Alexandre, o Grande. No séc. X, os árabes introduziram o cultivo em Valência (Espanha) e na Sicília. Durante muito tempo, permaneceu ...(clique na imagem e leia mais)
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A Cultura do Algodão

Conhecido desde a mais remota antiguidade egípcia, é provável que o algodoeiro tenha se originado na Índia, expandindo-se através do Irã e da Ásia ocidental. Foi introduzido na Grécia e em Malta por Alexandre, o Grande. No séc. X, os árabes introduziram o cultivo em Valência (Espanha) e na Sicília. Durante muito tempo, permaneceu como produto de luxo, e seu uso só se difundiu após a invenção dos teares mecânicos. Na América, era conhecido das populações pré-colombianas, que, em tempos muito remotos, sabiam extrair sua fibra e tecer com ela. No Brasil, era conhecido como amandiyn (palavra tupi que significa "o que dá novelo"), antes da chegada dos portugueses; supõe-se que os índios o usavam apenas para fabricar setas incendiárias. Seu cultivo foi iniciado pelos colonos portugueses do Espírito Santo, com base em espécies nativas e outras trazidas da Europa. Aos poucos, sua cultura se difundiu , principalmente pelo Nordeste. Destinava-se à produção de panos grosseiros usados como vestimenta de escravos e das camadas pobres da população. Em certas regiões, devido à ausência de circulação monetária, chegou-se a usar novelos de panos de algodão como moeda. Mas foi só na segunda metade do séc. XVIII. quando os progressos técnicos da fiação e tecelagem revolucionaram a produção na Europa, que o algodão passou a ter importância para a economia brasileira. A expansão da cultura, contudo, esteve condicionada às conjunturas do mercado mundial. A Guerra da Independência Americana (1775-1783) provocou grande impulso na lavoura brasileira, beneficiando principalmente o Maranhão, que se tornou o maior produtor da Colônia, seguido de perto por Pernambuco e Bahia, como grandes produtores e exportadores. Contudo, no início do séc. XIX a produção americana se reorganizou e voltou a crescer, prejudicando as exportações brasileiras, que só conheceram novo surto na segunda metade do século, quando a Guerra da Secessão (1860-1865) voltou a desorganizar a produção nos EUA. Seu cultivo espalhou-se pelo Ceará, Pernambuco, Bahia e Pará, e, em 1865, a fibra chegou a ser responsável por 30,7% das exportaçôes brasileiras. Daí por diante, contudo, a produção brasileira destinou-se principalmente ao mercado interno, beneficiada pelo crescente consumo da indústria têxtil nacional. A I Guerra Mundial (1914-1918) e as dificuldades dela decorrentes proporcionaram novo impulso à industrialização, fazendo crescer a demanda por matérias primas. O algodão se beneficiou dessa conjuntura; muitos fazendeiros começaram a cortar seus cafezais, substituindo-os pelo algodão. São Paulo, em 1919, produziu a maior safra do país, tornando-se por muito tempo o maior produtor nacional. Em 1930, houve nova crise, superada pela tabela de padrões oficiais do produto, criada pela Bolsa de Mercadorias de São Paulo. Assim, a lavoura voltou a crescer: das 99 mil toneladas produzidas em 1932, passou para 399 mil em 1936. 

Autor: larousse cultural

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