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  • Freios e Bridões para cavalos
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FREIOS E BRIDÕES ou simplesmente EMBOCADURAS. 

João do Freio apresenta o que ele fabrica, indicando como e quando usar freios e bridões (embocaduras) no animal. Com a experiência de mais de 20 anos no ramo, ele tem muito a ensinar!

Este curso vai abordar o tema freios e bridões  e dar algumas dicas sobre esporas.

Freios e bridões são equipamentos que estão no grupo das embocaduras.
No Nordeste usa-se o termo Areio.
Na história há evidências que esses dispositivos eram feitos de osso, chifre, madeira dura, ou corda. Pedaços de metal foram utilizados pela primeira vez entre 1300 e 1200 aC. Originalmente eram feito de bronze.
Hoje, o material mais usado é o aço inoxidável. No entanto, o cobre, e o aço laminado a frio, também são combinados em alguns para induzir a salivação na boca do cavalo. Todavia, materiais mais baratos, como o níquel, também são utilizados. Alguns fabricantes também usam borracha ou plástico misturado com os metais.

ESTE DVD ESTA DIVIDIDO EM 4 CAPITULOS:

A palavra "ferramentas” é utilizada pelo João do Freio para designar os Freios e Bridões.

CAPITULO 1 -- Ferramentas para início de doma
Mostra um Bridão D liso; um Bridão de argola torcido; um Freio Billy Allen e um Gag Bitt.


CAPITULO  2 -- Ferramentas para cavalos de velocidade
São mostradas as ferramentas para cavalos de baliza e tambor (cavalos de velocidade).


CAPITULO 3 -- Ferramentas para cavalos de trabalho
Se mostra as ferramentas para cavalos e laço de bezerro, laço em dupla, apartação, rédeas, team penning, working cow horse e laço comprido (cavalos de trabalho).

CAPITULO  4 -- Perguntas e Respostas
João do Freio comenta sobrea as perguntas que mais fizeram a ele nestes 20 anos de profissão. Ele responde de forma bem prática!


CONSULTORIA:

João Magalhães Neto (João do Freio)
Cidade: Astorga - PR - Brasil

Duração aproximada: 50 minutos





  • Artigos sobre o produto





Natural de Astorga, no Paraná, sua residência até hoje, João conta que desde pequeno foi apaixonado pelo mundo dos cavalos. Criança, porta de casa, ele via as pessoas passando à cavalo e percebeu que eles, os cavalos, eram sua paixão, já que seu coração batia forte. Começou então a trabalhar em fazendas.
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O artesão dos freios

Natural de Astorga, no Paraná, sua residência até hoje, João conta que desde pequeno foi apaixonado pelo mundo dos cavalos. Criança, porta de casa, ele via as pessoas passando à cavalo e percebeu que eles, os cavalos, eram sua paixão, já que seu coração batia forte. Começou então a trabalhar em fazendas. Fazia de tudo, desde de limpar conheiras a ajudar na doma dos animais, era um peão prático. Quando faltava serviço, “naquela época o trabalho no campo não era tão difundido”, ele trabalha em oficina mecânica. Os descendentes de Alemães, que na época estavam no Paraná iniciando a vida, gostavam da disposição de João, que tinha 12 anos, para o trabalho e o ensinaram a mexer com aço e ferro. “Sempre tive um porte forte e nunca tive preguiça , qualquer serviço eu encarava.”

Desenvolver os equipamentos iniciou seu gande diferencial. “Eu estudo o porquê funciona e não funciona, estudo como o cavalo se comporta nas diversas situações, estudo técnicas de doma e Rédeas. Também vou testando nos cavalos os modelos que desenvolvo. Faz mais ou menos 22 anos que comecei a me dedicar exclusivamente os freios e até hoje ainda estudo e me aperfeiçôo.”

A maior dificuldade apontada por ele no inicio foi a resistência às mudanças que enfrentou, já que as atividades em fazenda e no campo data dos primórdios. Se o bisavô usava de uma certa forma, então o cara queria usar da mesma forma. Houve uma relutância muito grande por parte das pessoas se adequrem a evolução das técnicas.

Trabalhando junto com Maurílio Costa, treinador de Rédeas, ele começou a lidar com freios americanos. Conheceu o equipamento que vinha de fora, os mais usados, e adaptou aos poucos à realidade de cavalos brasileiros, especialmente o Quarto de Milha. Uniu o conhecimento sobre o material, no caso o ferro e aço, ao conhecimento sobre cavalos, para desenvolver freios e bridões exclusivos, para cada animal.

Existe um freio básico, o bridão liso, que é usado na fase da doma, quando o animal está xucro e é o treinador que define o tempo de uso. Alguns cavalos terão tempo de doma mais rápido ou mais devagar com esse bridão. Também conta muito a inteligência do trabalho, a rapidez com que ele aprende. “Aconselho de início usar também uma focinheira, um cabresto largo, para não causar nenhum trauma, pois o cavalo ainda não tem senso de direção. Isso pelo menos nas primeiras montadas.”

Passada essa fase inicial, o cavalo passa a ganhar mais senso de direção e fazer algumas manobras, não muito rápidas, mas já diferentes da fase de doma. Com isso, eles ficam mais pesados e criam mais resistências, então o bridão muda: de liso é usado o bridão torcido, que ajuda na resistência. “Os cavalos começam a fazer manobras e ficam mais fortes, então o bridão torcido ajuda a conter, e quebra onde o cavalo está teimando”. Nesse momento começa-se a usar a rédea. O treinador, quando perceber que o cavalo está leve, respondendo melhor aos comandos, pode partir para o uso do freio.
A fase final é importante, pois será onde o cavalor aprenderá de forma definitiva as manobras corretas. Para o primeiro freio , o mais usado é o Billy Allen (de perna curta com uma barbela bem folgada), ele acomoda na boca e nunca trava o cavalo, que precisa de tempo para receber o chamado da rédea.”Não pode ter pressão nessa fase, tem que deixar o cavalo relaxado, mais folgado. Estará sendo usada a rédea fechada, e o cavalo precisa ter tempo para executar movimentos. Dos Billy Allen que existem no mercado, 70 % são bons.” Dessa fase em diante, a sensibilidade do treinador será muito importante para saber que freio usar. Segundo João, uma dica especial e curiosa é que as fêmeas preferem freios articulados e os machos freios de barra.
O peso das argolas também influi. O bridão de argola fina, trabalha mais o braço do cavaleiro num dia inteiro de serviço. No bridão de argola grossa, e grande define como se fosse um freio de perna longa, que tem uma alavanca maior. Quanto maior o diâmetro da argola será a ”pegada”, mais forte vai ser a ação do bridão. Com a argola pesada, o treinador tira mais proveito do cavalo sem cansar tanto o braço.

Um das qualidades do joão do freio, e ele é bastante procurado por isso, é desenvolver um freio específico para cada animal. “A partir de um modelo, vou adequando a necessidade dos cavalos e treinadores”. Quando procurado, João vai até o animal, analisa a sincronia de cavalo e cavaleiro e desenvolve um freio para que os dois se entendam melhor. Uma dica para saber se o freio está inadequado é prestar atenção na manobra e posição da mão. “É feeling, é questão de sensibilidade, de sentir como o cavalo está desenvolvendo. Para quem nunca viu um freio na vida a primeira lição é que a embocadura é quem define o tipo de freio. Existem os modelos, no qual a parte interna é articulada e outros que não, estes são chamados freio de barra. As pernas laterais geralmente são articuladas e com grande variação de desenhos, mas existem as fixas também. 

O material que João mais usa para as partes externas é o Ferro Doce, com grau de dureza (mais duro ou mais mole) 1000 ou 1020. O Cobre é o melhor material para fazer o que fica dentro da boca do cavalo, por ser mais frio e provocar mais salivação. Ainda é usado o Aço Inox, para as partes que precisam ter muita durabilidade. “Bocal de aço inox não aconselho.” Os freios do João viraram sem dúvida uma marca. Ele até concorda e credita isso o grande segredo de sua carreira: “quando eu compro uma coisa, gosto de ficar satisfeito e usar por muitos anos. Então tabalho desse jeito, quero o melhor para os meus clientes. Gosto de resolver os problemas das pessoas e não apenas vender. Do que adianta estar todo mundo com meus freios e insatisfeitos? Eu quero que as pessoas fiquem satisfeitas”, afirma o João do Freio.

Para terminar a conversa, João de uma valiosa dica: “a boca do cavalo tem que estar legal, dentes sem pontas, bem cuidados”, e ainda completa que ao final de um dia de trabalho, verifique o cavalo por inteiro, para avaliar seu estado, pois cuidando bem do animal, o equipamento usado também ficará bem conservado.

Fonte: Western Magazine

Autor: Western Magazine

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Freios e Bridões 05/10/2015
fabiano vaz cardoso - Bom Despacho, MG
Não gostei!!! O vídeo aborda o assunto de uma maneira abstrata, onde não mostra a verdadeira ação dos aparelhos nos animais. Imaginei que era algo de forma prática, que nos mostraria a ação no animal e sua progressão, como do fim do vídeo que mostra a forma de uso do gag bit. Fica aqui minha recomendação e insatisfação. Desde já agradeço.

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