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Página Inicial | Livros | Pecuária | Cavalos| O CAVALO: Características, Manejo e Alimentação
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  • O CAVALO: Características, Manejo e Alimentação
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Após mais de vinte anos sem um livro generalista nacional sobre cavalos, surge O
Cavalo: Características, Manejo e Alimentação, uma obra completa e atualizada
sobre a equinocultura brasileira.

O autor, além de incomensurável amor pelos cavalos, é criador, cavaleiro, médico
veterinário, professor de diversas disciplinas veterinárias, consultor,
articulista, dentre outras funções, com grande experiência em cada área.

É especialista em nutrição de cavalos. Por isso, este livro aborda, com
propriedade, todos os tópicos necessários para conhecimento sobre criação,
mercado, manejo, alimentação (garanhões, éguas em reprodução, potros, cavalos
de esporte e trabalho, animais idosos) e muito mais.

Um livro indispensável para veterinários, zootecnistas, estudantes, criadores e
todos os que, de algum modo, estão ligados ao meio equestre no Brasil.
 
Autor: André Galvão de Campos Cintra

ISBN: 9788572418690
Autor: Cintra, André Galvão de Campos
Selo Editorial: ROCA
Acabamento: Capa Dura
Formato: 21 X 28
Edição: 1|2011
Número de páginas: 384
Peso: 1.24 kg

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Bem brasileiro e considerado entre os cavalos nacionais o de maior porte, o campolina surgiu no Sul de Minas Gerais. Marchador extremamente macio, destacando-se na beleza e na sela quando comparado a outras raças, ele é muito requisitado para passeios, viagens e trabalho no campo.
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O Cavalo Campolina

Bem brasileiro e considerado entre os cavalos nacionais o de maior porte, o campolina surgiu no Sul de Minas Gerais. Marchador extremamente macio, destacando-se na beleza e na sela quando comparado a outras raças, ele é muito requisitado para passeios, viagens e trabalho no campo. O campolina surgiu através de um homem apaixonado por cavalos, o criador Antonio da Silva Caciano Campolina, que resolveu criar uma raça brasileira. Ele iniciou com um plantei de machos e fêmeas todos mestiços, introduzindo mais tarde, entre outros, o sangue Andaluz, vindo da Europa. Monarca, filho de um puro¬sangue Andaluz, trazido por D. Pedro 11, foi usado para cruzamento durante 25 anos, nascendo assim a raça campolina. Cavalo de temperamento altivo. vivo e dócil, o andamento do campolina é inconfundível, caracterizado por uma marcha avante e de dois tipos: batida e picada. com tríplice apoio. É uma raça estável e muito cômoda quando em movimento, devido ao deslocamento mínimo do centro de gravidade, não havendo balanço na sela. Em aspectos gerais, o campolina é todo boleado (torneado), com formas mais buriladas e não tão quadradas como as outras raças. A musculatura é bem distribuída, e as linhas bem proporcionadas e marcantes. É um cavalo armado, imponente e de cabeça mais em pé. O pescoço é sólido, triangular e bem largo ao sair do peito, afinando até chegar à cabeça. As crinas e a cauda são muito grandes, volumosas e soltas. Quando vindos de boa criação, os machos campolina chegam a 1,60 metro de altura até a cernelha. sendo normal o mínimo de l.52 metro e máximo de 1,58 metro; para as fêmeas a altura mínima é de 1,45 metro e a máxima de 1.52 metro. O peso pode variar minante é a baia com várias nuanças, existindo ainda o campolina alazão, preto, branco e marrom, inclusive o pampa (malhado de branco e marrom).

CRIAÇÃO:
De criação semelhante à do jumento, o campolina é um cavalo rústico, surgido numa região muito acidentada, de terras pobres e, conseqüentemente, com alimentação ruim. O mais importante será a qualidade do rebanho, sendo excelente ter um plantel formado por um macho e cinco a dez fêmeas. Um bom reprodutor poderá cobrir de 25 a 30 fêmeas por ano, sem qualquer problema. O macho estará pronto para reproduzir a partir dos dois anos de idade, sendo que a melhor época é de¬pois dos três anos, quando ele já está totalmente formado. A fêmea deve ser coberta perto dos três anos, para que a primeira parição seja próxima aos quatro anos de idade. O macho reproduz normalmente por 20 a 25 anos, sendo a média 18 anos; quanto à fêmea, varia de 12 a 14 anos, com 10 anos de vida reprodutiva, chegando a ter de oito a dez crias por período. O reprodutor deverá ser criado isoladamente em um piquete cer¬cado com arame farpado, onde ele possa exercitar-se. Será suficiente  uma área de 1,2 a 1,5 mil metros. No local, construa um abrigo rústico, coberto de sapé ou telhas, para proteger o animal do solou da chuva. Mantenha mais de um piquete com pasto bem formado, para onde poderá transferir o garanhão quando o que ele estiver ocupando necessite ser replantado. Deve-se ter também capineiras de napier, para que nos períodos de estiagem - quando as pastagens estão fracas - o capim verde seja cortado e misturado a uma pequena quantidade de cana forrageira (cana macia triturada), sendo dado depois ao animal. A alimentação do macho será suplementada com proteínas e complementos minerais, necessários a um reprodutor. As fêmeas não precisam de cuidados maiores. Crie-as a campo, em regime de pasto, mantendo algumas árvores para sombra. A alimentação será o próprio pasto, mas sendo necessário complementações com sais minerais nas fases de reprodução, nos dois últimos meses de gravidez, durante o período de lactação (mais no começo) e na fase de crescimento, após o desmame. O nascimento da cria será 11 meses após a cobertura. É conveniente ter uma maternidade próxima à casa, com dois a quatro pastos pequenos. As fêmeas serão levadas a este local quando estiverem próximas do parto (amojando); o entumescimento do útero é o sintoma que caracteriza esta época. Tanto a égua quanto o potrinho não precisam de cuidados especiais. Bastará ter um abrigo com telhado, pasto abundante e água. Após o parto, a mãe e a cria deverão permanecer uma semana neste lugar, juntando-as depois ao restante do plantel. A vacinação do plantel não será necessária. Mas o campolina, a exemplo de outros cavalos, precisa de vermifugação a cada três meses, de preferência mudando as marcas dos medicamentos e usando sempre remédios eficazes contra os vários tipos de vermes.

Autor: revista vida

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